quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
''O maior presente que
recebi teu é esta paz. Vale mais que o jackpot. Que sair 6 quando lanço
os dados. Que gritar bingo na ultima jogada de mais 1€. Que me sair a
raspadinha do Natal porque és tu que me fazes andar à roda. Sorte é
gostar de ti e tu de mim. É sentir esta lufada de ar fresco. É o coração
voltar a dançar electro aqui dentro. É adormecer tranquila e ter uma
enorme vontade de acordar para realizar os sonhos de almofada. É tu
seres a minha almofada. Gosto de ti, quando é para dar certo até os
ventos sopram a favor e tem estado uma ventania desgraçada em todo o
país. Nada é por acaso. E por acaso, quero-te mesmo bem.''
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
"I left a note on my bedpost
Said not to repeat yesterday's mistakes
What I tend to do when it comes to you
I see only the good, selective memory
The way he makes me feel yeah, gotta hold on me
I've never met someone so different
Oh here we go
(...)
(...)
But when you look at me, the only memory
Is us kissing in the moonlight
(...)
He a part of me now he a part of me
So where he goes I follow follow
Oh oh oh oh I can't remember to forget you
(...)
I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I'd give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
(...)
I can't remember to forget you
Oh oh oh oh I keep forgetting I should let you go
But when you look at me, the only memory"
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
''(...) pareciam dois apaixonados, um pelo outro. Ansiosos por admitir que se queriam muito, mas, ainda assim, receosos do fim. Curiosos queriam saber mais e mais um sobre o outro, e, numa cumplicidade ainda vaga, conversaram horas seguidas. Ele falava e ela sorria; ela falava e ele escutava com atenção, olhando-a intensamente nos olhos, enquanto tentava descodificar a alma da jovem que não lhe saia do pensamento no último mês. Comportavam-se como dois amantes que já se conheciam de outros tempos, de outros romances, envolvidos por uma timidez camuflada em confiança. Ela mais falava ele mais ouvia, mas então ela calava e sorria e ele falava e falava e tentava encantá-la e conseguia. Juntos eram o sol, reluziam, e, só assim tudo o resto tinha vida. Certas vezes confessavam que sonhavam um com o outro, outras vezes preferiam calar, mas, mesmo quando o silêncio substituía as palavras, eles diziam muito um do outro. De repente, tudo o que tinham em comum não era suficiente, porque ainda não se tinham um ao outro.''
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