sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

"I left a note on my bedpost
Said not to repeat yesterday's mistakes
What I tend to do when it comes to you
I see only the good, selective memory
The way he makes me feel yeah, gotta hold on me
I've never met someone so different
Oh here we go
(...)
But when you look at me, the only memory
Is us kissing in the moonlight
(...)
He a part of me now he a part of me
So where he goes I follow follow
Oh oh oh oh I can't remember to forget you
(...)
 I rob and I kill to keep him with me
I do anything for that boy
I'd give my last dime to hold him tonight
I do anything for that boy
(...)
I can't remember to forget you
Oh oh oh oh I keep forgetting I should let you go
But when you look at me, the only memory"

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Gosto de ti. Gosto de gostar de ti. Não sei como, nem porquê. Simplesmente gosto. E já não me lembrava do que era sentir aquelas borboletas estúpidas que persistem dentro de nós quando nos apaixonamos. E é tão bom. Oh, eu adoro-te. Vamos esquecer o resto do mundo, quero ficar contigo.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

 ''(...) pareciam dois apaixonados, um pelo outro. Ansiosos por admitir que se queriam muito, mas, ainda assim, receosos do fim. Curiosos queriam saber mais e mais um sobre o outro, e, numa cumplicidade ainda vaga, conversaram horas seguidas. Ele falava e ela sorria; ela falava e ele escutava com atenção, olhando-a intensamente nos olhos, enquanto tentava descodificar a alma da jovem que não lhe saia do pensamento no último mês. Comportavam-se como dois amantes que já se conheciam de outros tempos, de outros romances, envolvidos por uma timidez camuflada em confiança. Ela mais falava ele mais ouvia, mas então ela calava e sorria e ele falava e falava e tentava encantá-la e conseguia. Juntos eram o sol, reluziam, e, só assim tudo o resto tinha vida. Certas vezes confessavam que sonhavam um com o outro, outras vezes preferiam calar, mas, mesmo quando o silêncio substituía as palavras, eles diziam muito um do outro. De repente, tudo o que tinham em comum não era suficiente, porque ainda não se tinham um ao outro.''

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

"Foram as palavras dela, poucos minutos depois, quando ele, teimoso, a seguiu até ao fundo da rua em hora de ponta. Estavam frente a frente, toda a gente a passar sem perceber que ali se decidia o futuro do mundo. Ele disse: “casei-me com outra para te poder amar em paz”. Ela disse: “casei-me com outro para que houvesse um ruído que te calasse em mim”. Na verdade nem um nem outro disseram nada disso porque nem um nem outro eram poetas."

domingo, 26 de janeiro de 2014