"O homem certo é o que quiser estar mesmo ao teu lado, incondicionalmente. O que gostar de ti sempre, que te acompanhe para o que der e vier. Não é o que olha todos os dias para ti e te diz que és linda e que és o amor da vida dele, mas alguém que olha por ti todos os dias, percebes? E é esse homem que merece todo o amor que sentes agora, não é um miúdo convencido que é o maior, que nem sequer te sabe tratar bem."
domingo, 5 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
«Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de reflectir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso.»
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso.»
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Deixara-me sem palavras, aquele sorriso. Os meus joelhos enfraqueceram e o meu coração quase que saltou desordenadamente do peito, numa mistura de todas as emoções que alguma vez sentira. Foi estranho como algo tão simples conseguiu pôr tudo o resto no seu lugar. Desta vez, acreditava sem exigir mais demonstrações. Desta vez, não tive medo de acabar com o coração partido. Desta vez, não me preocupei com a hipótese de cometer um erro. (tenho a cabeça a mil :x)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
E há meses atras houve a altura que cheguei a um beco sem saída e quando me senti no fundo, olhei para cima e disse para mim mesma: agora vais ter de subir a puta da montanha, quer queiras quer não, senão cai-te um piano, um avião ou uma bomba neste buraco em que te meteste e nunca mais levantas os cornos.
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